Dois
O Coração da Legião Urbana
Se o primeiro disco foi o cartão de visitas, “Dois” foi a consagração. Lançado em 1986, este álbum é considerado por muitos críticos e fãs como a obra-prima definitiva do rock brasileiro. É aqui que a agressividade punk dá lugar ao violão folk, ao lirismo profundo e às crônicas cotidianas que se tornaram parte do DNA do Brasil.
O Disco do Amor e do Tempo
“Dois” é um álbum íntimo. Ele não tenta explicar o país, ele tenta explicar o que sentimos. Com uma sonoridade mais limpa e melódica, o disco provou que o rock nacional podia ser sensível, poético e imensamente popular ao mesmo tempo.
Os Hinos Imortais
-
“Tempo Perdido”: Provavelmente a música mais emblemática da banda. Seus acordes iniciais de violão são reconhecidos instantaneamente em qualquer lugar. No show da Banda Urbana 2, é o momento de conexão total entre palco e plateia.
-
“Eduardo e Mônica”: A crônica de amor mais famosa da nossa música. Uma canção que prova que “quem acredita sempre alcança” e que as diferenças são o que tornam as relações reais.
-
“Quase Sem Querer”: Uma aula de composição e sentimento, mostrando a busca incessante por respostas no labirinto das emoções.
-
“Índios”: O encerramento épico e melancólico que questiona a nossa própria essência e o que restou de nossa pureza.
A Interpretação da Urbana 2
O álbum “Dois” exige uma execução impecável e, acima de tudo, respeito ao silêncio e à dinâmica das canções. A Banda Urbana 2 trata este repertório com a reverência que ele merece, reproduzindo os timbres e a atmosfera que fazem o público se sentir de volta aos anos 80, mas com o frescor de uma performance ao vivo vibrante.
